We are made of "yesterdays" - A daydream about causality // Somos feitos de "ontems" - Um devaneio sobre a causalidade

in Proof of Brain10 days ago

I've been thinking about Causality this week... Is it the fault of POB Word of the Week. Maybe not. Why actually, unfortunately I've been blessed cursed with the habit of brooding and re-chewing and regurgitating the past and all my history and when it's not on its own it seems like these things come to me I know there from where. But that doesn't matter, what matters is that this week, I've been thinking about causality, and I've reinforced that, whether for magical, mystical, cosmic reasons or for simplistic and logical reasons (the classic argument: Cause and Effect), my life is a succession of incredibly complex and bizarre things that, thanks to its often-suffering, often amusing, often absurd tangle led me to this very present moment, which is, at the very least, the best of the best I could compose as an author. from my own story. I mean, there's still a turnaround where I'm going to become a millionaire and things are going to get a little easier at least on material levels, but for now I'm taking it anyway.

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What if I hadn't fallen off my bike after a long trail that afternoon in 2010? Would anything have changed? I don't know, I just used this example because it was one of the oldest photos I found on my computer. This skinned was nothing, I just didn't post the state that was at hand so as not to make the post NSFW

Today, after taking quite a beating from the journey of life itself, I understand that every hole we fall into is often necessary in order to shape future directions. Over the years I've learned that that technique of "Trust and follow, go blindfolded. Then it will all make sense" is much more logical and rational than it sounds. It is not a trust in a specific God or in a caring cosmos, but in the very nature of life that tends to find the best answer to any problem presented. Cause and effect govern physical and non-physical existence. And I can consider myself proof of that right now, because a few years ago I was at a stage like this and now looking at everything I've achieved and the paths I've found thanks to what I had to go through just proves to me that this mechanics of causality never fails.

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If I hadn't taken LSD that morning in 2006 with some friends on a farm and had a transcendental experience that took me out of my certainties based on atheism, would I be the same person today? I don't know, but I don't think so.

In this post I decided to talk about causality in a more individual way (but which encompasses all of humanity), and this is another fundamental point to be commented on, at least briefly. When we finally realize that our every action provokes a reaction in the world (in practical terms even), we begin to think better of some ways of acting and reacting. I confess that I'm not racking my brain with this these days, because I've done it for too long, but when it comes to "the other" I learned early on that we need to be careful, sensitive, helpful and empathetic whenever possible, because every act is performed generates an effect. Action generates reaction. And no matter how cliché it may be, it is here to ask: -Are there situations or acts of yours that you regret having done because you know that they generated negative results for other people? But wearing the stoic soul I say to you: It's no use regretting any shit you've done. If that corrected you, great, just don't repeat the mistake. Life that follows, the question that will remain is: -What will be your next move? And how will this resonate on your board?

Thômas H N Blum

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PORTUGUÊS

Estive pensando em Causalidade essa semana... Será que é culpa do POB Word of the Week. Talvez não. Por que na verdade, infelizmente fui abençoado amaldiçoado com o hábito de remoer, re-mastigar e regurgitar o passado e toda a minha história e quando não é por conta própria, parece que essas coisas vem até mim sei lá de onde. Mas isso não importa, o que importa é que essa semana, eu tenho pensado em causalidade, e tenho reforçado que, seja por motivos mágicos, místicos, cósmicos ou seja por motivos simplórios e lógicos (o argumento clássico: Causa e Efeito), minha vida é uma sucessão de coisas incrivelmente complexas e bizarras que graças a seu emaranhado muitas vezes sofrido, muitas vezes divertido, muitas vezes absurdo me levaram à esse exato momento presente, que é, no mínimo, o melhor do melhor que eu poderia compor sendo autor da minha própria história. Quer dizer, ainda falta a reviravolta onde eu vou me tornar um milionário e as coisas vão ficar um pouco mais fáceis ao menos em níveis materiais, mas por enquanto eu vou levando assim mesmo.

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E se eu não tivesse caído de bicicleta depois de uma longa trilha naquela tarde de 2010? Alguma coisa teria mudado? Eu não sei, só usei esse exemplo por que foi uma das fotos mais antigas que achei no meu computador. Esse esfolado não foi nada, só não postei o estado que ficou a mão para não tornar o post NSFW

Hoje, depois de levar bastante porrada da própria jornada da vida, compreendo que todo buraco que caímos muitas vezes é necessário para poder moldar os rumos futuros. Com o passar dos anos aprendi que aquela técnica de "confia e segue, anda de olhos vendados. Depois tudo isso fará sentido" é muito mais lógica e racional do que parece. Não é uma confiança em um Deus específico ou em um cosmos cuidador, mas pela própria natureza da vida que tende a encontrar a melhor resposta para qualquer problema apresentado. A causa e efeito rege a existência física e não física. E posso considerar-me a prova disso agora mesmo, pois há alguns anos atrás eu estava numa fase dessas e agora olhando para tudo que conquistei e os caminhos que encontrei graças ao que foi necessário passar só me provam que essa mecânica da causalidade nunca falha.

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Se eu não tivesse tomado LSD naquela manhã de 2006 com alguns amigos numa chácara e tido uma experiência transcendental que me tirou das minhas certezas baseadas em ateismo, será que hoje eu seria a mesma pessoa? Não sei, mas acredito que não.

Nesse post decidi por falar da causalidade de uma forma mais individual (mas que abarca todas a humanidade), e este é outro ponto fundamental a ser comentado, ao menos brevemente. Quando nos damos conta finalmente que toda ação nossa provoca uma reação no mundo (em termos práticos mesmo), começamos a ponderar melhor alguns modos de agir e de reagir. Confesso que não fico quebrando a cabeça com isso atualmente, por que o fiz por tempo demais, mas no que diz respeito "ao outro" eu aprendi cedo que precisamos ser cuidadosos, sensíveis, sempre que possível prestativos e empáticos, por que todo ato executado gera um efeito. Ação gera reação. E por mais clichê que seja, cabe aqui perguntar: -Existem situações ou atos seus que você se arrepende de ter feito por que sabe que gerou resultados negativos para outras pessoas?
Mas vestindo a alma estoica eu vos digo: Não adianta de nada arrepender-se de qualquer merda que tenha feito. Se isso serviu para lhe corrigir, ótimo, só não repita o erro. Vida que segue, a pergunta que ficará é: -Qual vai ser a sua próxima jogada? E como isso irá repercutir no seu tabuleiro?

Thômas H N Blum


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The phrase, "what if", makes us wonder what would have happened, if life had taken a different turn or if we had said yes or no to certain things or certain people.

Then, looking back to the past, and evaluating all our actions, and the repercussions, we sometimes have regrets, or feel overjoyed

And I must say that I agree that

every hole we fall into is often necessary in order to shape future directions.

Because, that's exactly what we discover in the future

Yes, there is no use regretting our decisions, we can only learned from them, and never repeat them


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(EITHER)

(1) your thoughts (and actions) are contextual (caused by previous experiences, including your biology).

(OR)

(2) your thoughts (and actions) are random (uncaused by any previous experiences).

If you pick #1, then your thoughts (and actions) relate to your memory and the world around you (contextual). This means your thoughts (and actions) are potentially USEFUL TO YOU AND OR OTHERS.

If you pick #2, then your thoughts (and actions) don't necessarily relate to anything at all. And as a matter of fact, statistically, it would be extremely unlikely that any RANDOM thought or action would be even remotely or incidentally USEFUL TO YOU AND OR OTHERS.

Now you might try to mix the two options, some caused, some uncaused, and that's fine.

Your useful thoughts and actions MUST BE CAUSED.

YOur "free" thoughts and actions are TAUTOLOGICALLY COUNTERPRODUCTIVE (99.999% of the time).

Sure, if we can all come to terms with the fact that there will be a reaction to our actions, then we'll become more careful of what we do.


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